DAP - Casa Branca

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Oficina com a artista Vânia Mignone

No dia 06 de agosto, as 14h30, dentro das atividades do Ateliê Permanente e da exposição 8 CABEÇAS E UM BURRO, a artista Vânia Mignone, de Campinas, desenvolverá uma oficina aberta ao público com foco em processos de criação. Os interessados deverão inscrever-se (taxa de R$ 5,00 para certificado) na DaP, já que há número reduzido de vagas.

Informações pelo telefone 3322 6844.



Para quem quer conhecer o trabalho da artista Vânia Mignone,artista campineira que estará desenvolvendo uma oficina no dia 06/08 - http://www.vaniamignone.com.br/

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Leto William (mediador) limpando trabalhos de Elke Coelho. 






A manutenção dos trabalhos expostos é mais um meio de aproximação para os mediadores. Além de garantir a integridade das obras durante todo o período de exposição, ao entender suas especifidades aumenta-se as possibilidades de abordagem e compartilhamento nas mediações e oficinas.



terça-feira, 9 de julho de 2013

W.C. ARTE: Entrevista com o artista Halisson Júnior






COMO É UM DIA DE PRODUÇÃO EM SEU ATELIÊ?

Não tenho um ateliê. Sendo assim produzo no cômodo de minha casa que me é cedido: produzo muito no meu quarto, na lavanderia ou mesmo na copa e sala (esses lugares são mais difíceis de conseguir). Intercalo minha produção artística com estudos teóricos, que perpassam por textos de críticos e curadores até uma olhada na internet e catálogos em busca de referências.


COMO UM TRABALHO COMEÇA?

Muito dos meus trabalhos surgem como que por acaso, por um acidente ou percepções que me ocorrem enquanto estava construindo outros. Ou melhor, assim surge a ideia do trabalho, pois deste momento até a finalização é um longo trajeto, por necessidades de materiais de difícil acesso ou por considerar que o trabalho não está maduro o suficiente. A reflexão sobre um trabalho é de extrema importância no meu processo, então sempre dou um tempo para que o trabalho mostre realmente sua potência ou suas fraquezas.


QUE ARTISTAS/TEÓRICOS VOCÊ CONSIDERA IMPORTANTE NAS SUAS ESCOLHAS?

Gosto de algumas ideias frescas de alguns jovens críticos, como Clarissa Diniz. Lorenzo Mammí se tornou uma fonte constante de consulta. A curadoria de Paulo Herkenhoff é fonte de dúvidas. Os trabalhos de Cildo Meirelles, Lygia Clark, Eva Hesse e inúmeros outros se tornaram fontes de possibilidades.


QUE TIPO DE COISA CHAMA SUA ATENÇÃO NO MUNDO?

Normalmente sou bem desligado, às vezes me pego no meu próprio universo, absorto em pensamentos (nem sempre aproveitáveis). Porém em alguns raros momentos, quando me vejo totalmente ligado às coisas que me rodeiam ou me vejo totalmente fora, prezo muito como motivação para o trabalhos e são momentos que logo me escapam.


EM QUAL PROJETO VOCÊ ESTÁ TRABALHANDO AGORA?

Estou em fase de finalização de vários trabalhos que espero mostrar logo.


QUE SITES VOCÊ COSTUMA VER?

Normalmente tento ver sites úteis à pesquisa, mas nem sempre isso acontece. Quando dá certo, vou ao ubuweb; mapa das artes e sites de galerias. Porém as redes sociais, como o facebook tem se tornado um lugar onde consigo trabalhar e buscar referências.


QUE MÚSICA VOCÊ OUVE?

Gal Costa, Chico Buarque, Cida Moreira, Elis Regina, Maria Bethânia, Nelson Cavaquinho, Cartola, Noel Rosa, Clementina de Jesus, Clara Nunes, Cat Power, Nina Simone, Elioth Smith, Alexi Murdoch e por aí vai bem longe.




quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mediação com escola Lourdes Gobi na exposição de Elke Coelho



Detalhe do trabalho Sobre as aparências e os desejos, que é composto por vários objetos diferentes.


Detalhe do trabalho Sobre as aparências e os desejos



Mediador Leto William e crianças da escola Lourdes Gobi, em frente ao trabalho Sobre as aparências e os desejos



Detalhe do trabalho Sobre as aparências e os desejos



Detalhe do trabalho Sobre as aparências e os desejos



Alunos da escola Lourdes Gobi em frente ao trabalho Resíduo, que é composto por cerca de 430 recipientes de vidro.




 Em frente ao trabalho Resíduo.


 Em frente ao trabalho Proposta, composto por 55 maçãs.



segunda-feira, 1 de julho de 2013

Oficinas da exposição "Quando os objetos se tornam abismos"

1- Ajuntamento



Mais um

O que temos de igual? Roupas? Cabelo? O que todo mundo tem? Celulares? Quantos dedos tem aqui? Essas perguntas são levantadas pelos mediadores de modo a orientar a percepção dos alunos para possibilidades de acúmulo, o que pode ser colocado próximo e para o qual todos colaboram.


A junção de elementos possibilita o trabalho em equipe. Os mediadores podem ajudar e sugerir possibilidades, o resultado será uma foto (que pode ser feita de celulares) que deixe evidente a ação de agrupamento, o movimento e empenho necessário para isso.


Mais mil

Ressaltando aspectos do trabalho de Elke Coelho – acúmulo, agrupamento – os participantes são orientados a criar acúmulos utilizando objetos, partes do corpo, para que se faça uma foto na qual se perca a referência original, por exemplo: uma foto com todas as pontas de dedos de todos os participantes reunidas.




Pequenezas necessárias

- corpos humanos;
- câmera fotográfica;



2 - Chiaroscuro

Mais um

Utilizando da memória ou observação, os participantes deverão ser estimulados a lembrar/pensar elementos que se contrastam: algodão e agulha, pelos e porcelana, óculos e venda, ou quaisquer outros. A ideia não é reproduzir os objetos usados por Elke Coelho, mas expandir suas estratégias para que os alunos busquem em suas próprias experiências elementos que possam ser usados.

Mais mil

Os mediadores ajudam estimulando para que sejam realizados desenhos das escolhas feitas pelos participantes, observa e decide junto com o grupo se o desenho já é suficiente, se é necessário o uso de cores, qual a dimensão adequada.

Pequenezas necessárias

- lápis;
- papel;
- tinta guache;
- pincel;
-objetos diversos;
-papeis de diferentes tamanhos




3 - Tantão de palavras

Mais um

Os mediadores preparam papéis de 10x10cm que serão entregues para os participantes, (podem ser coloridos), uma palavra é escolhida para representar cada um, se usarmos Elke Coelho como referência serão palavras incisivas como abismo, deserto e casulo. Quais são as palavras importantes para cada um? Vagarosamente a palavra deve ser escrita e repetida no papel, numa grafia atenta para intensificar seu sentido, ou despertar outros, com desenho.

Mais mil         

Os participantes são orientados a pensar o trabalho de Elke: que impressão causa a junção de objeto e texto(título) o que se perde quando se vê/lê rapidamente?  Se é delicado, se o material é um material qualquer, essa investigação orientará a escolha das palavras.

Pequenezas necessárias

- papel
- lápis ou lapiseiras (que neste caso permite uma aparência mais incisiva e delicada)


4 - Afeto

Mais um

Uma pequena folha de papel e um pequeno objeto são dados para cada um dos participantes: palito de fósforo, agulha (dependendo da idade dos participantes), botão, etc. A partir de uma conversa sobre como acontece a seleção de objetos da artista Elke Coelho: se são delicados, se ferem, de onde vem, os participantes pensarão qualidades que podem ser associadas ao objeto dado.

Mais mil

O interessante é descobrir, junto com os participantes novos significados para os objetos, um fósforo queima e provoca incêndio, então pode ser uma metáfora de revolta ou de amor. A partir deste raciocínio os participantes brincam com os objetos e palavras até escolherem uma que retire o objeto de sua função conhecida e re-signifique. O objeto deve ser colado no papel e a palavra escolhida será escrita abaixo dele, como se o rebatizasse.

Pequenezas necessárias

- objetos diversos, podem ser um para cada participante ou o mesmo para todos;
- quadrados de aproximadamente 10x10 ou 20x20 de papel cartão
- lápis grafite;
- cola;
- durex;

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Mediação da exposição "Quando os objetos se tornam abismos" com a escola Nilo Cairo.





Oficina realizada com os alunos da escola Nilo Cairo, que teve como proposta o "acúmulo", que é um dos elementos que compõem a exposição de Elke Coelho, usando partes do corpo como instrumento.




DaP - Av. Juscelino Kubitscheck, 1973 - Londrina, Paraná - CEP 86020-001 - (43) 3322 6844